Prova digital pode decidir um processo, ou derrubar uma tese inteira. E, na prática, o que mais acontece não é “falta de prova”, mas prova mal coletada: print sem contexto, link que expira, conversa sem metadados, arquivo sem cadeia de custódia, material que até existe, mas não se sustenta quando é questionado em juízo.
Se você atua com contencioso, compliance, RH, comercial ou gestão, vale uma regra simples: prova digital não é só conteúdo, é integridade, origem e forma de apresentação. Quando isso não é cuidado desde o começo, o risco é alto: impugnações, perda de tempo, custos com retrabalho e, no pior cenário, o juiz desconsiderar o material.
Para facilitar esse caminho, preparamos um material objetivo para consulta rápida: o “Guia sobre Prova Digital e Validade Processual”, do Setor de Direito Digital.
Se você encontra orientações práticas para reduzir vulnerabilidades e aumentar a confiabilidade de evidências digitais antes de levá-las ao processo, evitando os erros mais comuns que abrem margem para contestação.
Se você quer transformar evidência digital em prova robusta, com mais previsibilidade e segurança na estratégia processual, baixe o guia e use como checklist nas próximas demandas.

